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PARTE 2
– Psicogênese da língua
escrita (princípios gerais)
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Olá, turma! Na 2ª Parte desta Unidade, vamos estudar a psicogênese da língua escrita a partir da leitura de um texto produzido por Regina Hara. Como diz a autora, na apresentação de seu trabalho, Uma das
questões que notamos como central
e que mereceu uma maior sistematização
é a
da metodologia da alfabetização de
adultos. Normalmente levados por uma leitura
mecânica
da chamado método Paulo Freire, educadores de adultos
têm
aceitado o desafio simplista de, escolhidas determinadas palavras
ligadas à realidade do educando, desenvolver processos de
discussão e/ou aprendizagem que impliquem simplesmente na
decodificação de tais palavras e na sua
silabação
visando à construção de novas
palavras. Tais movimentos, além de se tornarem
mecânicos
(como se o processo de alfabetização fosse um
processo
linear de incorporação de novas
sílabas ao
universo de aprendizagem dos educandos), acabam não
considerando
a experiência acumulada por este educando e suas
hipóteses
a respeito de como tal processo de escolarização
se
realiza. (HARA, 1992)
Sendo assim, a proposta de leitura deste material se justifica pela importância de associar, na educação de jovens e adultos, o respeito ao universo do educando aos processos de aprendizagem dos códigos de ler e escrever. A autora apresenta, em seu livro, resultados de um trabalho de dois anos com educandos jovens e adultos em processo de alfabetização. Seu referencial teórico busca apoio em Paulo Freire e Emilia Ferreiro. Temos certeza de que você apreciará esta leitura. Na nossa 2ª aula presencial, faremos um trabalho específico de discussão sobre as idéias apresentadas por Regina Hara e você terá a oportunidade de esclarecer suas dúvidas, buscar mais informações e trocar idéias e opiniões conosco. Contamos com sua leitura e participação em nossa aula presencial. Forte abraço,
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